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domingo, 11 de novembro de 2018

Investigação revela que milícia adulterava tampa e rótulo de garrafas de cervejas no Rio

Polícia apreendeu cerca de 27 mil garrafas de cerveja adulteradas e prendeu 15 suspeitos. Delegado diz que cervejas falsificadas eram vendidas em quiosques da Barra da Tijuca.


Investigações da polícia que revelaram que uma milícia do Rio de Janeiro estava falsificando chope apontam, também, que o grupo adulterava garrafas de cerveja para aumentar os lucros. Em duas operações, cerca de 27 mil garrafas de cerveja e 129 barris de chope falsificados foram apreendidos. Ao todo, 15 suspeitos foram presos - um deles foragido da Justiça.


Em um galpão de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, os agentes encontraram nove homens trabalhando na falsificação das garrafas. Eles trocavam as tampas e os rótulos de marcas baratas por outras mais caras.
Segundo a Polícia, os criminosos recolhiam as tampas do lixo para usar na falsificação. Os nove homens flagrados no galpão foram levados para a delegacia, onde negaram o crime.
Do galpão, os policiais seguiram para a distribuidora responsável por vender as cervejas alteradas. Lá, os investigadores apreenderam mais de 20 mil garrafas suspeitas.
Ao todo, 13 pessoas foram detidas. Entre elas, o dono da distribuidora, com quem foi apreendida uma arma e R$ 20 mil em espécie.
“Essa distribuidora aqui estava fornecendo para quase todos os quiosques da praia da Barra da Tijuca”, afirmou o delegado Maurício Demétrio.
Uma das fabricantes, que é vítima do esquema da milícia, informou que dá total apoio aos órgãos competentes responsáveis por investigar casos suspeitos de falsificação e fraude de bebidas. Disse que essa apreensão se refere a uma prática local e isolada, com impacto muito pequeno diante do volume existente no mercado.
A fabricante ressaltou que, em casos como esse, assim como a população, as empresas do setor também são prejudicadas.
Fonte: G1

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